
O presidente da Frelimo, Daniel Chapo, acredita que há uma estratégia global para “acabar com os antigos movimentos de libertação” na África Austral. É dentro dessa estratégia que, de acordo com Chapo, se enquadram as “manifestações violentas, ilegais e criminosas” alegadamente instigadas por “um certo candidato derrotado”, numa clara referência a Venâncio Mondlane, o principal rosto da oposição em Moçambique.
No discurso que marcou a abertura da IV Sessão Ordinária do Comité Central, Chapo mostrou-se convicto de que “a verdadeira verdade eleitoral é a vitória da Frelimo e do seu candidato”, sublinhando que a formação política que dirige é o “único guia dos moçambicanos na sua afirmação política, económica, social e cultural”.
Chapo também expressou gratidão pela confiança depositada em si e em Chakil Aboobakar, secretário-geral, para dirigir a Frelimo, e enalteceu o acompanhamento dos presidentes honorários – Joaquim Chissano e Armando Guebuza – e do antigo presidente Filipe Nyusi. Dossiers & factos