O Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique reagiu publicamente a uma denúncia veiculada pelo Jornal Evidências na sua edição de 27 de Outubro de 2026, que expõe um alegado esquema de desvio e comercialização clandestina de refeições confeccionadas com recursos do Estado.
De acordo com a publicação jornalística sob o título “Comida da PRM desviada e vendida a preço de banana nas barbas do Ministério do Interior”, os alimentos destinados aos efectivos policiais estariam a ser vendidos nas ruas da cidade de Maputo por valores compreendidos entre 30 e 70 meticais.
Diante da gravidade dos factos reportados, a instituição policial veio a público reconhecer a pertinência da denúncia e assegurou que constitui prioridade máxima a realização de averiguações profundas para apurar a verdade, identificar todos os cidadãos ou agentes envolvidos e aplicar as devidas responsabilizações legais.
Como resposta imediata para garantir o total esclarecimento da situação, foi oficialmente instituída uma equipa conjunta de investigação integrada pela Direcção de Informação e pela Inspecção do Comando-Geral da PRM. A corporação manifestou ainda total abertura e encorajou a iniciativa do Jornal Evidências, apelando simultaneamente à colaboração activa de toda a sociedade na vigilância e denúncia de práticas ilícitas que atentem contra o património público, a legalidade e o bom nome da instituição.
Na mesma nota oficial emitida em Maputo, o Comando-Geral reiterou o seu compromisso inabalável com a preservação da Ordem, da Segurança e da Tranquilidade Públicas, bem como com a promoção de uma conduta exemplar, rigorosa e íntegra por parte de todos os seus membros
