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Incêndio no Hospital Central de Maputo: ANAMOLA exige investigação transparente

O partido ANAMOLA, liderado por Venâncio António Bila Mondlane, manifestou publicamente a sua profunda solidariedade aos pacientes, familiares e profissionais de saúde afetados pelo incêndio registado no passado dia 1 de novembro de 2026 no Hospital Central de Maputo (HCM).

O sinistro atingiu o centro de referência em oncologia do país, um espaço vital para centenas de cidadãos que lutam diariamente contra doenças graves. Apesar da gravidade da ocorrência, as informações indicam que os pacientes internados foram socorridos e evacuados a tempo, evitando a perda de vidas humanas.

Numa nota assinada pelo Secretário-Geral, James Mlando Fausto Njiji, o ANAMOLA sublinha que a saúde pública e a dignidade humana devem estar no centro de qualquer governação. O partido afirma que não se pode tolerar que a fragilidade das infra-estruturas, a falta de investimento e a ausência de fiscalização coloquem em risco a vida dos moçambicanos, independentemente de cor, religião ou filiação partidária.

Tratando-se de uma infra-estrutura nova, construída com recursos do erário público, o partido exige das autoridades total transparência na investigação e no apuramento das reais causas que estiveram na origem deste incêndio. Além disso, o documento apela à solidariedade e à mobilização urgente de apoios para que os cidadãos em tratamento oncológico não fiquem desamparados.

Recordando o lema do Ministério da Saúde de que “O Nosso Maior Valor é a Vida”, o ANAMOLA reitera a necessidade da reposição urgente das infra-estruturas afectadas e da garantia da continuidade dos serviços médicos essenciais.

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