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Dino Foi recusa regalias e ordena auditoria externa ao FNDS

O novo Presidente do Conselho de Administração do Fundo Nacional de Desenvolvimento Sustentável (FNDS), Dino Foi, está a marcar o início da sua gestão com medidas de contenção e transparência.

Desde que assumiu o cargo em julho, em substituição de Cláudio Borges, o responsável rejeitou benefícios tradicionalmente associados à função. Segundo o Canal de Moçambique, Dino Foi decidiu não receber salário nem subsídios referentes ao cargo.

Além disso, recusou a aquisição de uma viatura protocolar avaliada em cerca de 6 milhões de meticais, bem como o subsídio para arrendamento de uma residência oficial, optando por continuar a viver na sua própria casa.

Paralelamente, o novo PCA autorizou a realização de uma auditoria externa profunda ao FNDS, abrangendo projectos estratégicos como o SUSTENTA, iniciativa ligada ao desenvolvimento rural e ao sector agrário.

A decisão de recusar regalias e abrir espaço para uma fiscalização independente está a ser interpretada como um sinal de mudança de postura na gestão pública, colocando a transparência e o rigor como prioridades.

Estas medidas podem contribuir para restaurar a confiança na administração de fundos públicos, num momento em que cresce a exigência de maior responsabilidade e prestação de contas por parte das instituições estatais.

O gesto de Dino Foi também é visto como um exemplo de liderança ética, ao abdicar de privilégios pessoais em favor da sustentabilidade financeira da instituição.

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