Teve início hoje, em todo o país, a distribuição massiva de medicamentos destinada a colmatar a escassez que se verifica em diversas unidades sanitárias. O anúncio foi feito no sábado, em Vilankulo, pelo Presidente da República, Daniel Chapo, no encerramento da sua visita à província de Inhambane.
Segundo o Chefe do Estado, citado pela Notícias, o programa surge como resposta imediata à ruptura provocada pela vandalização do armazém central de medicamentos em Maputo, incidente que destruiu fármacos suficientes para abastecer o sistema nacional durante três anos sem necessidade de importação.
“Os medicamentos não falam nem votam, o que demonstra, clara e inequivocamente, que a vandalização nada teve a ver com resultados das eleições”, afirmou Chapo, classificando o acto como sabotagem.
Os fármacos estão a ser alocados ao depósito central em Maputo e distribuídos pelos armazéns regionais, provinciais e intermédios. O Presidente acrescentou que mais medicamentos estão a caminho por via marítima, reforçando que a medida enquadra-se na estratégia de garantir melhores condições de saúde para a população.
