
Jerusalém viveu momentos de terror na manhã desta segunda-feira (8), quando dois homens armados abriram fogo contra pessoas que aguardavam num ponto de autocarro no movimentado cruzamento de Ramot, na entrada norte da cidade. O ataque resultou em seis mortos e pelo menos 12 feridos, alguns em estado grave, segundo as autoridades locais.
Os agressores, identificados como palestinos provenientes da Cisjordânia, foram mortos no local por um soldado israelita e por um civil que reagiram de imediato. Israel classificou o episódio como um ato de terrorismo e reforçou a presença militar na região, incluindo operações de busca em aldeias próximas de Ramallah, em tentativa de localizar eventuais cúmplices.
Embora o Hamas e a Jihad Islâmica tenham saudado o ataque, descrevendo-o como uma “resposta natural” ao que chamam de genocídio na Faixa de Gaza, nenhum grupo assumiu oficialmente a responsabilidade pela ação.
O ataque ocorre num contexto de forte escalada de violência, em meio ao prolongado conflito entre Israel e militantes palestinos. Líderes internacionais condenaram o atentado e apelaram à contenção, temendo uma nova onda de confrontos na região.
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