
A junta militar que governa Mianmar negou a entrada da imprensa estrangeira para cobrir o terremoto que atingiu a região centro-norte do país na sexta-feira, deixando pelo menos 1.700 mortos, alegando dificuldades para encontrar alojamento e a falta de energia e água.
O terramoto deixou um rastro de devastação na região centro-norte do país, em meio a um conflito entre o Exército birmanês e guerrilhas de minorias étnicas e pró-democracia.
Segundo declarou ontem o chefe da junta, Min Aung Hlaing, cerca de 1.700 pessoas morreram no terramoto, cujo impacto está a ser relatado aos poucos pela media controlada pelos militares.
A junta militar impõe um controle rígido sobre a imprensa, com vários meios de comunicação independentes e jornalistas forçados ao exílio ou a operar no exterior após o golpe. Nesse sentido, a ONG Freedom House destacou que Mianmar é um país “não livre”.
Fonte: EFE