
A Rússia comprometeu-se a reforçar a formação das forças armadas de Burkina Faso, num momento em que o país africano procura aumentar a sua capacidade de defesa e combater insurgentes na região do Sahel. Desde o golpe de Estado de setembro de 2022, que levou o capitão Ibrahim Traoré ao poder, Burkina Faso tem estreitado os laços com Moscovo, afastando-se gradualmente das antigas potências coloniais.
Em junho de 2024, o ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Serguêi Lavrov, anunciou o envio de um maior número de instrutores militares para o país e o treinamento de militares burquinenses na Rússia. Segundo fontes oficiais, esta medida visa modernizar as forças armadas locais e aumentar a eficácia no combate ao terrorismo.
Além do treinamento, a Rússia forneceu apoio militar às forças de Burkina Faso, Mali e Níger, que formaram uma força conjunta de 5.000 soldados para enfrentar insurgentes jihadistas na região do Sahel. O apoio inclui equipamentos militares avançados e assessoria estratégica.
Após a morte do líder do Grupo Wagner, Yevgueni Prigozhin, em 2023, a Rússia substituiu as operações do grupo na África pelo Africa Corps, unidade paramilitar que atua no continente fornecendo treino e patrulhamento em áreas conflituosas, incluindo Burkina Faso.
O compromisso russo reforça a influência de Moscovo na África Ocidental, enquanto Burkina Faso aposta na modernização das suas forças armadas e na capacidade de defesa diante de ameaças regionais.
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