
A Polícia da República de Moçambique (PRM) na Cidade de Chimoio, procedeu com a neutralização e a detenção de um cidadão,de 29 anos de idade, por sinal funcionário do Conselho Municipal da Cidade de Chimoio (CMCC), na posse de quatro (4) embrulhos de heróina no seu bolso. Ele nega, mas a Polícia confirma que ele foi encontrado com o referido produto no seu bolso.
Em entrevista à imprensa de algumas emissoras nacionais, o acusado disse que,no seu último dia, ele saiu de casa à caminho do Comando Municipal da Cidade de Chimoio, para falar com o comandante e pedir ajuda a procurar o seu telefone, que havia sido perdido dias antes. Até aqui estava tudo bem, mas depois, a história mudou-se repentinamente e tudo caiu contra ele, sem o seu consentimento, segundo contou ele à imprensa.
Na saída do Comando Municipal de Chimoio, foi neutralizado e espancado por três pessoas que estavam abordo em uma motorizada. Daí, segundo ele, os agressores teriam levado a droga e colocado no seu bolso. Quando se dirigiu à esquadra para denunciar este caso, os agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM) teriam descoberto a droga que estava no bolso traseiro da sua calça e, ao invés de meter queixa sobre o roubo do seu telemóvel, novamente, o azar caiu contra ele.
De acordo com ele, o seu nome virou destaque após o “Unay Cambuma”, um detonador online” e que fez sucesso durante alguns anos, ter partilhado uma informação que dava conta de que ele era consumidor deste modelo de droga. Para além dele, tem mais três (3) pessoas envolvidas neste caso, algo que levanta várias suspeitas.
Segundo a PRM na Cidade, a detenção destes resulta de uma operação denominada “bocas de fumo” levadas a cabo pela corporação. A polícia confirmou a detenção, o envolvimento deste neste crime, acrescentando que, da operação, foram aprendidos 4 embrulhos de heroína, 4kg de Canabis sativa, vulgo “soruma” e a destruição de uma machamba de cultivo destas drogas.
Mesmo com as certezas da Polícia que o deteve, o jovem diz que há pessoas que querem sujar o seu nome e suspeita que sejam por questões ligadas a política de Moçambique. Caso se confirme a sua participação neste crime, o mesmo será julgado e condenado, para além de pagar uma multa ao tribunal. TN.