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Kim Jong-un classifica suicídio como “traição ao socialismo” e impõe punições severas

Um decreto recente do líder norte-coreano, Kim Jong-un, que proíbe oficialmente o suicídio no país, voltou a gerar forte debate nas redes sociais e a levantar preocupações sobre o nível de repressão interna.

De acordo com relatos de fontes citadas por meios internacionais, o regime considera agora o suicídio um acto de “traição ao socialismo”, impondo punições severas a quem tenta tirar a própria vida — incluindo, segundo informações não confirmadas, a possibilidade de pena de morte para sobreviventes.

A medida surge após um aumento de cerca de 40% nos casos, impulsionado pela fome, pela crise económica e pelo crescente descontentamento social. Algumas notas deixadas por cidadãos antes de morrerem continham críticas directas ao sistema, o que acendeu alarmes no regime.

O decreto estabelece ainda que autoridades locais passam a ser responsabilizadas pessoalmente por cada caso registado na sua área, podendo ser punidas caso o número de suicídios aumente.

Especialistas em direitos humanos alertam que a criminalização extrema e a responsabilização colectiva podem agravar a repressão, sem enfrentar as causas profundas da crise humanitária no país.

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