
A diretora provincial da Educação em Maputo, Carménia Canda, anunciou que o seu setor está a trabalhar em coordenação com a Polícia da República de Moçambique (PRM) para apurar os responsáveis pelo vazamento antecipado das provas finais.
“Estamos a trabalhar com a polícia no sentido de desvendar quem vazou as provas e acreditamos que essa pessoa pode ser identificada”, declarou, citada pelo jornal O País.
Segundo Canda, estão a ser definidas novas medidas para evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer. “Mesmo não tendo a certeza da porta de saída dessas provas, antecipamos algumas medidas de segurança que não me convém revelar para não comprometer a estratégia definida, mas que vão permitir melhorar o controlo e fechar o cerco deste vazamento de provas”, acrescentou.
Devido à ocorrência, o setor da Educação foi forçado a anular as avaliações do primeiro e segundo ciclos realizadas nos dias 6 e 7 de agosto, além de adiar as previstas para o dia 8.
As provas canceladas, aplicáveis tanto ao ensino público quanto ao privado, serão repostas até sexta-feira, 15 de agosto.
