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Britânica condenada à morte na Índia por assassinar o marido com ajuda do amante

Uma cidadã britânica de origem indiana, Ramandeep Kaur Mann, de 38 anos, foi condenada à pena de morte por um tribunal em Uttar Pradesh, na Índia, pelo assassinato do marido, Sukhjeet Singh, ocorrido em 2016. O cúmplice e amante da mulher, Gurpreet Singh, recebeu pena de prisão perpétua.

De acordo com a investigação, o crime aconteceu durante uma viagem de férias da família à Índia. Ramandeep preparou uma refeição adulterada com sedativos para o marido e os filhos. Enquanto todos dormiam, ela e Gurpreet atacaram Sukhjeet, sufocando-o e desferindo golpes fatais.

O caso ganhou maior notoriedade porque o filho mais velho do casal, de apenas nove anos, não chegou a consumir a comida e testemunhou o assassinato. O menor relatou os factos às autoridades, tornando-se a peça central da acusação.

Após anos de julgamento, o tribunal considerou o caso como “raro dos raros”, justificando a pena capital. Além da prisão perpétua, Gurpreet Singh foi ainda multado por porte ilegal de arma.

A condenação foi amplamente noticiada na imprensa indiana e britânica e voltou a chamar atenção para o recurso da pena de morte no país asiático, reservado a crimes de excepcional brutalidade.

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