
A página do Facebook Unay Cambuma 7vidas denunciou esta semana a morte de João, popularmente conhecido por “Mosquito”, apontado como antigo integrante de um alegado esquadrão da morte com ligações à Polícia da República de Moçambique (PRM).
De acordo com a publicação, a viatura utilizada no massacre que vitimou o advogado Elvino e Paulo estaria associada a Mosquito e a outros nomes mencionados, entre os quais Aderito (“Ratinho”), Munguambe, Martinho e Kenneth.
As mesmas fontes referem que Mosquito já não acatava ordens superiores, incluindo as do então comandante-geral e de Aderito, passando a agir de forma autónoma, sobretudo através do tráfico de drogas. Esse afastamento do grupo e a suspeita de envolvimento em múltiplos crimes poderão ter estado na origem da sua execução.
A denúncia acrescenta ainda que a morte de Mosquito teria sido planeada para eliminar provas e encobrir alegadas ligações criminosas.
Até ao momento, as autoridades não confirmaram oficialmente estas informações, que permanecem no domínio das denúncias em redes sociais.
João mais conhecido por Mosquito, foi morto na manhã de ontem (9) quando saia da sua casa de uma viatura.
A vítima terá sido atingida por mais de 20 balas. Há fortes indicações de que se trata do agente da PRM, João, conhecido por “Mosquito”, mas essa informação ainda carece de confirmação oficial.
Os atacantes fugiram do local e, até ao momento, a polícia não se pronunciou.
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