
A Batalha para aprovação da última conta de Filipe Nyusi e seu elenco iniciou nas comissões de trabalho, tendo sido aprovada apenas com voto do grupo parlamentar da FRELIMO.
Antes de chegar ao parlamento, a conta foi analisada pelo Tribunal Administrativo, tendo constatado inobservância de normas de contabilidade; desalinhamento do plano de 2024 com metas de Desenvolvimento Sustentável; descoordenação de instituições de Estado que fiscalizam a indústria extrativa e falta de informação concreta sobre contribuição, em impostos, das empresas de exploração de recursos naturais.
O MDM não aprovou a conta alegando a falta de canalização de receitas de produção de petróleo na conta transitória de Fundo Soberano; a RENAMO negou alegando excessiva centralização de recursos; O PODEMOS chumbou o documento por alegadas ilegalidades e pede uma adição parlamentar com com os Ministro da Economia e Finanças junto do Presidente do Tribunal Administrativo; Já a FRELIMO, progressista, reconhece erros na “conta de Nyusi” mas prefere “transcender as disputas políticas e centrar-se no desenvolvimento,” por isso aprova com um conjunto de recomendações para o desenvolvimento do país a “curto, médio e longo prazos.” Limpopo TV
