
O presidente do Conselho de Administração (PCA) dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), Agostinho Langa Júnior, denunciou, esta semana, a existência de sabotagem interna e fuga de informação, parte da qual com recurso a inverdades, na companhia aérea nacional LAM. Segundo o gestor, estas práticas têm como objectivo travar o processo de reestruturação em curso.
Langa, que representa um dos accionistas da transportadora, afirmou que a nova administração da LAM está a encerrar os canais usados para actividades ilícitas, situação que, segundo disse, tem incomodado alguns sectores internos.
Apesar da resistência, os resultados começam a ser visíveis. Só no último domingo, a empresa arrecadou mais de 44 milhões de meticais em receitas, um indicador que, para Langa, prova a eficácia das medidas em implementação.
A LAM atravessa um processo de transformação com vista a recuperar a sua sustentabilidade financeira e operacional, após anos de dificuldades marcados por dívidas avultadas, irregularidades de gestão e perda de competitividade no mercado.
Infelizmente com MBC
