
“Pedi que as pessoas se sentassem à volta de uma mesa e conversassem para preservar as hipóteses de manter uma organização sub-regional forte”, referiu Faye, durante uma entrevista, esta sexta-feira, citada pela AFP.
Faye afirmou ainda sentir que ao fazer isso tinha cumprido o seu dever, sublinhando, contudo, que “estes países, como outros, são soberanos, são livres de fazer as suas próprias escolhas e são eles que decidem o que querem fazer e para onde querem ir”.
“Tudo o que devemos é respeitar a sua vontade, sabendo que fizemos tudo o que estava ao nosso alcance para os reintegrar”, acrescentou.
Em janeiro, os três países do Sahel abandonaram a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), que consideraram ser subserviente a França, e fundaram a Aliança dos Estados do Sahel (AES).
Fonte: Lusa