Moçambicano condenado por tentativa de contrabando de contrafacção avaliada em mais de 12 milhões de rands

Um cidadão moçambicano foi condenado pelo Tribunal Especializado em Crimes Comerciais de Mbombela, na terça-feira, 30 de Setembro de 2025, após se declarar culpado de tentar introduzir ilegalmente na África do Sul vestuário desportivo contrafeito avaliado em mais de 12 milhões de rands.
Eurico Zandamela, de 46 anos, foi sentenciado a uma multa de 150 mil rands ou, em alternativa, a três meses de prisão. Metade da pena foi suspensa por cinco anos, sob condição de não voltar a incorrer em crime semelhante nesse período. Todo o material apreendido foi declarado perdido a favor do Estado.
Prisão no posto fronteiriço de Lebombo
Zandamela foi detido a 23 de Fevereiro de 2024, quando tentava transportar o carregamento ilegal da cidade moçambicana de origem para a África do Sul através do posto fronteiriço de Lebombo.
De acordo com o porta-voz da polícia, tenente-coronel Magonseni Nkosi, o arguido viajava sozinho no camião, mas terá contado com a cumplicidade de um agente de segurança sul-africano, Sibusiso Ngwenya, de 32 anos, que trabalhava para uma empresa contratada no local e que o teria tentado ajudar a contornar os sistemas de controlo.

Durante uma inspecção, os agentes fronteiriços descobriram diversas marcas de vestuário desportivo falsificado, entre as quais Adidas, Nike, Diesel, CAT, Puma, LaPorte, New Balance e Redbat. O material foi avaliado em 12,5 milhões de rands.
Processo judicial
Tanto Zandamela como Ngwenya foram detidos no local e libertados mais tarde sob caução de 5 mil rands cada. O caso foi investigado pela unidade de Investigação de Crimes Comerciais Graves dos Hawks, sediada em Nelspruit.
Enquanto Zandamela assumiu a culpa e foi condenado, Ngwenya declarou-se inocente. O julgamento deste último foi adiado para 11 de Dezembro de 2025.
Autoridades elogiam actuação
O chefe provincial da Direcção de Investigação de Crimes Prioritários em Mpumalanga, major-general Nico Gerber, destacou o empenho dos agentes fronteiriços.
“Quem traz bens contrafeitos, incluindo géneros alimentícios e medicamentos, para dentro do país contribui para colapsar a nossa economia e coloca em risco os meios de subsistência das pessoas”, afirmou. Citizen
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