
De visita à província de Nampula, o presidente do PODEMOS, Albino Forquilha, voltou a afirmar no sábado que ainda não está a usufruir das regalias a que tem direito enquanto líder do maior partido da oposição com assento no Parlamento.
A reclamação surge nove meses depois da entrada em funções do novo executivo e da nova legislatura. Em Junho, numa entrevista ao programa Estado da Nação, transmitido pela MBC TV, Forquilha já havia destacado que a ausência desses benefícios dificultava o normal funcionamento do seu gabinete.
Entre as regalias previstas por lei estão: um gabinete de trabalho, residência oficial, viatura e segurança protocolares, combustível, assistente de direcção e outros apoios logísticos.
O episódio ocorre num contexto em que o antigo candidato presidencial Venâncio Mondlane, que liderou o PODEMOS ao segundo lugar nas eleições de 2024, já se desvinculou do partido para fundar o ANAMOLA, novo partido político em Moçambique. Forquilha deixa claro que as regalias previstas não deveriam ser atribuídas a Mondlane, mas sim ao actual líder do PODEMOS.
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