
O caso do curandeiro moçambicano Aizeque Cumbuia volta esta terça-feira de manhã ao Tribunal de Magistrados de Ga-Rankuwa, a norte de Pretória, África do Sul.
Cumbuia está ligado ao homicídio de Gontse Makhubela, uma jovem de 20 anos assassinada em 2023, e enfrenta acusações de posse de tecido humano.
Na última audiência, o curandeiro abandonou o pedido de liberdade sob fiança, mas deverá reapresentar o pedido nesta nova sessão.
De acordo com as autoridades, a 7 de Agosto de 2025, Cumbuia foi encontrado na posse do órgão genital de Makhubela, numa sala onde exercia a actividade de curandeiro tradicional.
A vítima, Gontse Makhubela, tinha sido raptada no local de trabalho durante a campanha dos “16 Dias de Activismo contra a Violência sobre Mulheres e Crianças”, em 2023.
O corpo em decomposição da jovem foi descoberto pela polícia em Brits, durante uma investigação que revelou que a mulher tinha sido assassinada, mutilada e o corpo queimado.
Dois homens foram detidos na posse do telemóvel da vítima, o que levou os investigadores a localizar o curandeiro moçambicano, que foi então encontrado com partes do corpo de Makhubela.
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