Polícias encapuzados no velório do agente “Mosquito” geram debate nas redes sociais

A cerimónia fúnebre do agente da PRM conhecido por “Mosquito”, assassinado a tiro perto da sua própria residência em Ndlavela, Matola, continua a alimentar polémicas. Durante o velório realizado na cidade da Beira, um grupo de agentes da polícia compareceu encapuzado, facto que chamou a atenção de familiares, colegas e do público presente.

As imagens rapidamente circularam nas redes sociais, onde multiplicam-se opiniões divididas. Os capuzes utilizados são normalmente parte do uniforme em operações especiais e missões de risco, onde os agentes procuram proteger a identidade por questões de segurança. Contudo, alguns internautas  defendem que a sua utilização num velório público foi desajustada e até imprópria, uma vez que o momento era de homenagem e luto, não de operação policial. Outros, no entanto, consideram a atitude um gesto intimidador e até mesmo um sinal de falta de transparência, num momento em que a própria PRM é alvo de suspeitas relacionadas com alegados “esquadrões da morte”.

A presença encapuzada, junto ao caixão coberto pela bandeira nacional e ladeado por flores, contrastou com o ambiente de dor e revolta vivido pela comunidade.

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